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A Vida que eu não quero!

“Assim, porque você é morno, não é frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.”

Apocalipse 3:16

O morno não trai, mas também não ama.

O morno não faz nada de errado, mas também não tem a criatividade do amor.

O morno não perde a paciência, mas também não ganha coragem.

O morno não é odiado, mas também não é amado.

O morno não transgride a lei, mas também não se importa com a injustiça.

O morno não entra em guerras, mas também não dá a cara por ninguém.

O morno não fala mal de ninguém, mas também não abre a boca em gratidão.

O morno não se opõe, mas também não é a favor.

O morno se esquiva das lágrimas, e economiza nos sorrisos.

O morno não faz luto, mas também não perde as vestes dançando.

O morno não diz nada de errado, porque não diz nada arriscado.

O morno não toma porres, mas também não se enche do Espírito Santo.

O morno não erra com os filhos, mas também não lembra que eles existem.

O morno não apostata da fé, mas também não se consagra.

O morno não se divorcia, mas também não se apega.

O morno não tem saudades, mas também não sonha com o futuro.

Ele é um “não” que caminha.

Não para a vida em nome do medo.

Na segurança de sua posição, ele é um projeto de vida que não saiu da casca.

Ele deveria abrir seu peito e deixar a vida acontecer, deixar a doçura e a dureza da vida passar pelo coração.

Deixar Deus construir algo bom, mesmo quando tudo saiu do controle!

Um abraço quebra costelas.

O discípulo gaudério.

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O Medo é Certeza do Mal

Caio Fábio 

O medo é o mal feito absoluto na alma.

O medo decorre do sentimento de fraqueza objetiva e subjetiva.

Nem sempre o medo é objetivo.

Na realidade, na maior parte das vezes, o que o medo imagina é quase sempre pior do que a coisa que se teme.

O medo é a certeza da desproteção!

Por isto aquele que teme não foi ainda aperfeiçoado no amor de Deus, posto que se alguém crê no amor absoluto e fiel de Deus, esse não tema mais nada; visto que mais absoluto do que o medo como certeza de desproteção precisa ser a certeza do cuidado do amor que cuida de medo absoluto.

Ora, o medo produz tomento…

Logo, todo aquele que vive tomado de medos, assim existe porque não se pôs em descanso na confiança absoluta no cuidado divino, ainda quando a mente queira entrar em pânico!