Iniciativa está no DNA do cidadão do Reino

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“Tirai-lhe o talento que tem e dai-o àquele que tem dez, porque a todo aquele que tem será dado e terá em abundância, mas daquele que não tem, até o que tem será tirado.”

Mateus 25:28,29

É preciso lutar contra a estagnação. Todos nós recebemos tempo, recursos, dons e oportunidades. Precisamos fazer algo relevante com eles.

Ela tem sua residência na mente que acolhe pensamentos doentios. Uma vez instalados, esses pensamentos minam qualquer tentativa de movimento.

É preciso enxotá-los, desmascará-los e mandá-los embora logo. Do contrário eles viram doença mental.

Veja como eles se apresentam:

“É arriscado demais.”

“As pessoas vão me entender mal.”

“E se algo inesperado acontecer.”

“Não serei capaz de suportar a dor do fracasso.”

“Nada muda de verdade.”

“Porque me incomodar, se ninguém se incomoda?”

“Tenho muitas obrigações.”

“Não tenho dons especiais, sou uma pessoa comum.”

“Se eu tivesse mais recursos, talvez…”

“Ninguém me apóia.”

“Não tenho a idade necessária.”

Por isso, quando alguém errar com você, dê outra chance. Lembre-se que você é um filho da segunda chance.

Quando um desafio grande se apresentar a você, não se envergonhe de fazer aquela pequenez que você é capaz de fazer. Você lembra de Davi e suas cinco pedra contra Golias, não é?

Quando as pessoas se opuserem a você, não fuja. É assim mesmo.

Quando faltarem recursos, trabalhe com o que você tem. Os perfeccionistas se enredam esperando a ocasião perfeita que nunca virá.

Quando você iniciar um projeto, finalize. Não se acostume a parar no meio do caminho, pois isso vira vício muito fácil.

Quando você vir algo errado, ofereça soluções. Nossa cultura se especializou na crítica sem propostas. Não se iluda pensando que criticar é fazer algo.

Quando alcançar um grande objetivo, continue a crescer. Vejo gente casando, se formando ou comprando um bem importante e enterrando sua vida ali, desistindo de continuar crescendo.

Não permita que sua vida apodreça como rebenque velho.

Um abraço quebra costelas.

O discípulo gaudério.

O mesmo Jesus

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O véu da conveniência, da teimosia e do pecado faz com que sejamos seletivos quanto às ações e palavras de Jesus.

Quem se diz discípulo, sabe que o convite para viver a vida de Cristo inclui verdades agradáveis e inconvenientes. Atrativas para nosso temperamento ou repulsivas para nossa cultura e criação. E vice-versa.

Em qualquer caso o fim de todas elas é a vida.

Ou morte dependendo de que lado delas você está.

Por essa razão, não esqueça…

O mesmo Jesus que disse “eu não te condeno” também disse “agora vá e não peques mais.”

O mesmo Jesus que dirá “vinde benditos do meu Pai” também dirá “não conheço vocês.”

O mesmo Jesus que se permitiu ser esbofeteado e cuspido, também virou as mesas dos vendilhões do templo.

O mesmo Jesus que ordenou que os discípulos recolhessem as sobras de pão e peixe também se permitiu a extravagância do vaso de alabastro derramado em seu corpo.

O mesmo Jesus que foi interrompido por crianças e mulheres também seguiu inapelavelmente até a cruz.

O mesmo Jesus que disse que éramos o sal da terra, também disse que poderíamos ficar sem gosto.

O mesmo Jesus que afirmou que o evangelho conquistaria a antipatia de muitos, também prometeu colocar gente boa do nosso lado.

O mesmo Jesus que foi ferido pela traição de Judas, teve a alegria dos outros 11 e mais Paulo que abalaram o mundo.

O mesmo Jesus que disse que teríamos aflições também reafirmou que venceríamos cada uma delas.

O mesmo Jesus que disse que o caminho era estreito, também prometeu que estaríamos na boa companhia do Espírito.

O mesmo Jesus que amou o jovem rico, também pediu a ele que largasse tudo.

Diante de um Cristo imprevisível, como agir em cada situação é a pergunta que nos inquieta diante das encruzilhadas.

A vida que ele nos chama é uma vida sem respostas encaixotadas. Não pode ser vivida com livro de regras mortas, apenas com o Livro vivo. Esse, requer a dinâmica do Espírito.

Se você anda perto de Jesus, não há com o que se preocupar. Você está sendo dirigido, mesmo sem perceber.

Um abraço quebra costelas.

O discípulo gaudério.

P.S.  Qual faceta de Jesus você tem procurado esquecer?