Nossos altares nos controlam

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“Seguiram ídolos inúteis, tornando-se eles mesmos inúteis.”

II Reis 17:15

“Consagraram-se àquele ídolo vergonhoso e se tornaram tão repugnantes quanto aquilo que amaram. ”

Oséias 9:10

O que o ateu, o pagão e o cristão tem em comum? Todos são adoradores.

Existe neles algo ou alguém que é objeto supremo de seu amor, respeito e dedicação.

E nossos altares nos controlam. Controlam nossos sentimentos, pensamentos, conta bancária e agenda.

Pense no pagão cujo coração é controlado pelo futebol. Ele é torcedor do Flamengo, como poderia ser torcedor de qualquer outro clube do Brasil, inclusive meu Grêmio.

Sua alegria ou tristeza durante a semana, depende dos resultados do clube no final de semana. É mais do que futebol como eles dizem. Não deveria nos causar espanto quando sua tristeza se transforma em fúria de morte em direção ao adversário que ameaça a estabilidade de sua relação. Sim, meus amigos, é um adorador em guerra santa.

A semana inteira é gasta pensando em como será a próxima partida, em como cornetear o adversário ou lendo comentários sem fim que em suma dizem a mesma coisa com diferentes palavras. Suas conversas acabarão sempre convergindo para isso. Pouco ou nada mais fará com que seus olhos brilhem.

Ele gasta seu dinheiro comprando produtos oficiais, associando-se ao clube, acompanhando o clube onde ele estiver e inevitavelmente dispensará qualquer compromisso que seja conflitante com a partida de futebol aguardada.

Você pode substituir o futebol pelo que quiser. Pode ser o sexo, o trabalho, a comida e até a família. A tragédia é que esse altar, ao mesmo tempo em que controla também abate com uma demanda sem fim de sacrifícios espirituais até finalmente esgotar nossa alma. Ele não nos alimenta, ele se alimenta de nós.

É preciso derrubar os altares pagãos!

É necessário colocar cada coisa no seu lugar, começando pelo tempo. Ouço a todo momento as pessoas comentarem que não tem tempo para orar, para ler a Palavra, para meditar, enfim para o silêncio da alma! Carregam um livro debaixo do braço, que não conhecem, nem fazem qualquer empenho para conhecer. Repetem chavões irrefletidos dos enfadonhos cultos que pregadores passam o tempo inteiro mandando falar blá blá blá para o irmão da direita, enquanto eles pensam algo melhor para dizer.

Chega dessa mentira! Diga as coisas como são: “eu decidi que não era importante orar, refletir e estar presente para Deus. Acredito que outras coisas podem me alegrar mais o coração!” Talvez esse confronto com a verdade do coração seja o começo de algo.

É necessário investir seus recursos. Deixe essa bobagem de sonho de consumo. Dura menos de 24 horas. Jesus foi muito objetivo. Onde você coloca seu dinheiro, ali seus afetos prosperam. Gaste e gaste-se por toda causa que Deus está interessado.

Sonhe com o Reino de Deus implantado. Sonhe as coisas impossíveis de Deus nascendo bem diante dos seus olhos. Engaje-se com seus superpoderes na realização destas coisas, em lugar de cumprir um ritual desgastado.

Depois de feito tudo isso, o coração irá para o lugar certo!

Um abraço quebra costelas.

O discípulo gaudério

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