Margarina com gosto de manteiga

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“Naquela época não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo.”

Juízes 21:25

Se me der prazer, eu quero, eu faço, eu vou.

Geralmente, gostar e não gostar hoje é o fim de um debate sobre escolhas.

Fica então fora de nossa vida tudo aquilo que represente esforço, disciplina, justiça, pois estes valores incluem um bocado de frustração em seu pacote.

Houve um tempo relatado nas Escrituras, que ela chama, tempo dos juízes, cujo principal farol das decisões também era o prazer.

Israel entra na terra prometida, mas não conquista toda a terra. Eles se agradaram com menos do que Deus havia prometido. Existem terras na sua vida que ainda não foram conquistadas e que vão lhe custar desassossego: finanças, temperamento, trabalho, sexualidade, relacionamento com vizinhos, futebol, conversa frívola e muitas outras coisas.

Eles seguiram a Baal e suas imagens. Seus olhos se deleitaram, mas eles perderam os valores mais importantes da vida que são invisíveis: fé, amizade, amor, honra e honestidade.

Eles se tornaram escravos dos povos vizinhos. Só quem se dispõe ao sacrifício pode ser livre da tirania. Sua família precisa do seu sacrifício, a saúde de sua igreja precisa do seu sacrifício, seus amigos precisam do seu sacrifício.

Eles foram desleais com quem lhes serviu. Dar as costas para a boa fé é o segredo do fracasso em uma nação. Você conhece um país chamado Brasil?

Eles serviram a Deus do seu próprio jeito. Jefté entregou sua filha em sacrifício.

Homens de Deus se envolveram com prostitutas.

Houve guerra entre irmãos. O hedonista deseja destruir aquilo que o faz sofrer. A justiça é lenta demais para seus nervos.

Eles praticaram violência sexual. Quando o prazer é o árbitro das nossas decisões abre-se uma caixa de maldades quando o assunto é ética sexual: zoofilia, abandono do lar, estupro e pedofilia.

Qualquer semelhança com nossa realidade não é mera coincidência! Ideias tem consequências.

O princípio do prazer é a razão para tomarmos as decisões mais estúpidas da nossa vida. Por duas razões simples e óbvias:

Nossos sentidos nos enganam, e acabamos desejando o que nos destrói. É margarina com gosto de manteiga. Você sente o gosto da manteiga, sente o cheiro da manteiga, mas está comendo o lixo que é a margarina. É acido fumárico com gosto de fruta.

Além disso, ter o prazer como nosso maior valor, nos enfraquece para a vida. Contrariamente ao que se poderia pensar, o hedonista perderá suas maiores alegrias.

Não desenvolve seus dons.

Não tem estrutura para vencer desafios.

Não enxerga além do imediato.

Vivem com medo de perder o que tem.

Sem o governo de Deus, estamos perdidos! Até criamos uma versão religiosa do hedonismo: ‘não senti de Deus que eu devia fazer isso’, ‘não estou sentindo mais a presença de Deus neste lugar’ e lá vamos nós em busca de sensações.

Cristo, foi aquele que em troca da alegria proposta, suportou a cruz. Ele pode nos ensinar a ter prazer naquilo que é bom para nós e para os outros.

O prazer em Deus.

O prazer na Palavra de Deus.

O prazer de ser pai e mãe.

O prazer da amizade.

O prazer de adorar.

O prazer de fazer o que é correto e justo.

O prazer de servir.

Um abraço quebra costelas.

O discípulo gaudério

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